
O Centro Universitário de Cultura e Arte divulgou os finalistas do 5º Festival de Sanfoneiros, evento promovido pela Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). Eles participam da grande final no dia 23 de maio, a partir das 19h, no Auditório Central do campus universitário, em apresentação aberta ao público.
Os classificados são:
Categoria sanfona até oito baixos: Aloísio Santos Pereira, Hermes Pereira Silva, José Apóstolo dos Santos, Luis Gonçalves de Andrade, Luiz Pinto Saturnino, Manoel Alves da Costa, Manoel Ferreira de Oliveira e Raul Carneiro Lima.
Categoria sanfona acima de oito baixos: Armando Lima Batista, Cícero Limeira Alves, Daniel Gomes Neto, Elizeu Cunha de Freitas, Igor Cavalcante de Araújo, Jeandro Ferreira da Silva, Jeferson Dias Rios e José Tadeu de Oliveira Filho.
Este ano o Cuca inovou nas etapas de seleção com apresentação prévia dos candidatos, ao contrário das edições anteriores em que os sanfoneiros eram escolhidos por uma comissão que avaliava os trabalhos gravados em mídia.
Participam artistas de diversos municípios e até de outros estados brasileiros em duas categorias. Para a grande final foram selecionados oito sanfoneiros de até 8 baixos e mais oito acima de 8 baixos. Em cada categoria, os premiados ganham R$ 3.500 (1° lugar), R$ 2.500 (2° lugar) e R$ 1.500 (3° lugar), além do prêmio júri popular no valor de R$ 1 mil.
O Festival de Sanfoneiros tem o objetivo de resgatar uma das principais culturas de raiz do nordeste brasileiro. Desde 2008, artistas têm se apresentado para públicos de todos os segmentos e faixas etárias, comprovando que a sanfona permanece forte no imaginário da população. Desta forma, o Festival se consolidou como uma das principais atrações da região que antecipam os festejos juninos.
Ascom/Uefs

Na arte contemporânea não existe limites estabelecidos para a invenção da obra, embora nem tudo em nome da liberdade, sem critérios e sem o risco de referências, a transgressão sem saber de que, divulgado como arte, é arte. Com o deslocamento dos suportes tradicionais, a exemplo da pintura e da escultura para outras opções estéticas ou experiências artísticas em processo, com o uso de novas tecnologias disponíveis ou não, mas principalmente com um novo conceito do que vem a ser uma obra de arte, hoje em dia, coloca em xeque o museu tradicional.
Determinadas linguagens de natureza diversificadas da atualidade solicitam a reformulação de demandas e estratégias museias, um outro modelo museológico e museográfico.
O museu é o recipiente de conservar uma coleção e preservar uma herança estética e cultural de um tempo que passou e do presente para significar o possível futuro. Ele ocupa um lugar de destaque entre os diferentes elementos que compõem o sistema da arte. Assim como o hospício e a clínica, é provável ver nele um espaço de confinamento, um espaço sagrado, intocável e asséptico de exposição de objetos, que exige do espectador um ritual de contemplação, quase em silêncio, das chamadas obras de arte.
Não é um lugar neutro, tem história e implicações ideológicas. Na primeira metade do século XX, o museu de arte era o depósito de repouso do moderno, questionado no início desse século pelo precursor das poéticas contemporâneas, Marcel Duchamp e seu novo paradigma, bem humorado, para a arte: não mais uma coisa criada pelo artista, mas a coisa que o sujeito reconhecido como artista escolhe e decide para ser a obra de arte.
O museu como lugar passivo foi desarticulado com o Minimalismo na década de 1960 e logo em seguida a Arte Conceitual entrou em cena questionando de forma crítica e decisiva as instituições culturais, em especial o museu, o templo da sacralização da arte. O embate foi travado entre o museu e as novas propostas artísticas, efêmeras, privilegiando a ideia contra a materialidade que se armazena na instituição e alimenta o mercado de arte com mercadorias. A arte, desde então, passou a ser uma usina geradora de críticas, provocações e incômodos. Os mal-entendidos entre a arte e a instituição museal foram inevitáveis e imprevisíveis.
O caráter problematizador dessa produção de arte praticamente rejeitou o estatuto da obra de arte como produto, isto contrariou interesses do mercado e o desejo de classificar e acomodar da instituição museológica. Para a arte contemporânea, o museu com sua arquitetura característica, com função de alojar uma diversidade de procedimentos, é um laboratório de ensaio do que pode ser uma obra de arte, um campo de experimentação. O museu é indispensável, é o ponto de partida e a estação de chegada. É ele que legitima o que se designa experiência artística. E o papel do museu, mais do que armazenar obras, é ser um espaço de pensamento crítico e educativo, frequentado por um público ativo e não mero observador do que está em exposição.
De certa forma, a arte produzida hoje, expõe feridas da cultura e do sistema da arte. E o imaginário museal tem uma importância na formação do olhar capaz de pensar sobre a arte, do olhar que deixou de contemplar passivamente para experimentar e vivenciar. A arte de hoje não nos diz nada como a arte do passado, ela convida o espectador para refletir sobre o que é uma obra de arte e suas relações com o sistema institucional. Nesse caso, o museu é o lugar privilegiado para o exercício do pensamento, até porque, as obras efêmeras são transferidas ou resgatadas para dentro do discurso e da instituição museológica pelos documentos, registros e reproduções.
Almandrade
(artista plástico, poeta e arquiteto)
10ª Semana de Museus movimenta Museu da Cidade – Salvador:
Bate-papo com Almandrade
Tema: “O Museu e a Arte Contemporânea: Um Desafio”
16 de maio (quarta feira) às 10 h.
MUSEU DA CIDADE
Largo do Pelourinho – Centro Histórico – Salvador
Mãe
Martha Medeiros
Vamos esclarecer alguns pontos sobre mães, ok? Desconstruir alguns mitos. Não, não precisa se preocupar. Não é nada ofensivo, eu também sou mãe…e avó! Vamos lá:
MÃE É MÃE: mentira !!!
Mãe foi mãe, mas já faz um tempão! Agora mãe é um monte de coisas: é atleta, atriz, é superstar. Mãe agora é pediatra, psicóloga, motorista.
Também é cozinheira e lavadeira.
Pode ser política, até ditadora, não tem outro jeito.
Mãe às vezes também é pai. Sustenta a casa, toma conta de tudo, está jogando um bolão. Mãe pode ser irmã: empresta roupa, vai a shows de rock pra desespero de algumas filhas, entra na briga por um namorado.
Mãe é avó : moderníssima, antenadíssima, não fica mais em cadeira de balanço, se quiser também namora, trabalha, adora dançar.
Mãe pode ser destaque de escola de samba, guarda de trânsito, campeã de aeróbica, mergulhadora.
Só não é santa, a não ser que você acredite em milagres. Mãe já foi mãe, agora é mãe também.
MÃE É UMA SÓ: mentira !!!
Sabe por quê? Claro que sabe!
Toda criança tem uma avó que participa, dá colo, está lá quando é preciso. De certa forma, tem duas mães.
Tem também aquela moça, a babá, que mima, brinca, cuida. Uma mãe de reserva, que fica no banco, mas tem seus dias de titular. E outras mulheres que prestam uma ajuda valiosa.
Uma médica que salva uma vida, uma fisioterapeuta que corrige uma deficiência, uma advogada que liberta um inocente, todas são um pouco mães.
Até a maga do feminismo, Camille Paglia, que só conheceu instinto maternal por fotografia, admitiu uma vez que lecionar não deixa de ser uma forma de exercer a maternidade.
O certo então, seria dizer: mãe, todos têm pelo menos uma.
SER MÃE é PADECER NO PARAÍSO: mentira!
Que paraíso, cara-pálida?
Paraíso é o Taiti, paraíso é a Grécia, é Bora-Bora, onde crianças não entram. Cara, estamos falando da vida real, que é ótima muitas vezes, e aborrecida outras tantas, vamos combinar.
Quanto a padecer, é bobagem.
Tem coisas muito piores do que acordar de madrugada no inverno pra amamentar o bebê, trocar a fralda e fazer arrotar?
Por exemplo? Ficar de madrugada esperando o filho ou filha adolescente voltar da festa na casa de um amigo que você nunca ouviu falar, num sítio que você não tem a mínima ideia de onde fica.
Aí a barra é pesada, pode crer…
MATERNIDADE é A MISSÃO DE TODA MULHER: mentira !!!
Maternidade não é serviço militar obrigatório!
Deus nos deu um útero mas o diabo nos deu poder de escolha. Como já disse o poeta: filhos, melhor não tê-los, mas se não tê-los, como sabê-lo?
Vinicius era homem e tinha as mesmas dúvidas. Não tê-los não é o problema, o problema é descartar essa experiência. Como eu preferi não deixar nada pendente pra a próxima encarnação, vivi e estou vivendo tudo o que eu acho que vale a pena nesta vida mesmo, que é pequena mas tem bastante espaço.
Mas acredito piamente que uma mulher pode perfeitamente ser feliz sem filhos, assim como uma mãe padrão, dessas que tem umas seis crianças na barra da saia, pode ser feliz sem nunca ter conhecido Paris, sem nunca ter mergulhado no Caribe, sem nunca ter lido um poema de Fernando Pessoa. É difícil, mas acontece.
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Comentário: Gostei muito da crônica de Martha Medeiros e decidi publicá-la em homenagem às mães nesse dia especial. Aproveito para mandar um abraço forte e um beijo carinhoso para a minha Mãe, uma mulher bonita, forte, batalhadora e destemida; uma mãe com todos os defeitos e qualidades de todas as mães do mundo, mas exemplo vivo de força e coragem. Parabéns, Dona Hilda, pelo seu dia!

A primeira edição do projeto ‘Domingos na Música’ acontece neste domingo (13), a partir das 16h, no Palacete das Artes Rodin Bahia, apresentando ao público show de Gereba, voz e violão. Será uma reverência aos 100 Anos de Luiz Gonzaga e integra a mostra que a instituição promove na Sala de Arte Contemporânea – ‘O Imaginário do Rei: Visões sobre o Universo de Luiz Gonzaga’. As duas iniciativas são gratuitas.
Gereba é instrumentista, compositor, arranjador, produtor cultural e autor de projetos para a música brasileira, entre eles, ‘Dom Quixote, Xote Xote’, com a participação da Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba) e Dominguinhos, e, mais recentemente, ‘A Vila do Gonzaga’.
Suas composições foram gravadas por Cássia Eller, Beth Carvalho, Caetano Veloso, Fagner, Trio Nordestino e Folk Crieg (Alemanha). No momento está finalizando o CD ‘Luas do Gonzaga’.
Sintonia – ‘Domingos na Música’ foi idealizado pela equipe do Palacete das Artes para valorizar o artista baiano popular e erudito, ampliando as possibilidades do público ao acesso à cultura, em sintonia com a política de integração da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultura (Ipac) e da Secretaria de Cultura do Estado (Secult).
O projeto prossegue até dezembro, com apresentações mensais. Em junho, Carlos Pita, seguido de Júlio Caldas (julho), Rita Braz (agosto), Carlos Barros (setembro), Janela Brasileira (outubro) e Alex Mesquita (dezembro).
O Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca) concluiu, na tarde desta quarta-feira (9), a segunda etapa de seleção dos candidatos inscritos no 5° Festival de Sanfoneiros. Dos 33 candidatos selecionados para essa fase, 16 finalistas serão escolhidos. O resultado deve ser divulgado até sábado, no site www.uefs.br/portal.
A apresentação dos candidatos foi avaliada por uma banca composta de três examinadores. O cantor, compositor e instrumentista Celo Costa , o compositor, músico, arranjador e cantor Moisés Gabrielli, e o acordeonista, produtor musical e arranjador Jó Miranda.
O nível dos concorrentes foi considerado alto pelos avaliadores. “As eliminações vão ser por centésimos”, revelou o avaliador Moisés Gabrieli. “Os elementos observados estão sendo a harmonia, melodia e ritmo, e performance e a execução”, acrescentou Celo Costa.
Essa é a primeira vez que o Festival de Sanfoneiros tem a segunda etapa de forma presencial. “Antes toda a seleção acontecia com o envio da gravação, mas sentimos a necessidade de avaliarmos a performance do candidato”, explicou a diretora do Cuca, Celismara Gomes.
Pedro do Peixe é estreante no festival. Ele é pescador de Riachão do Jacuípe e apresentou uma composição de autoria própria. “Pensava em participar, mas sempre desistia. Para mim foi uma surpresa ter passado pra a segunda etapa e já valeu a minha participação”, declarou.
Já Tadeu do Acordeon participa do evento pela terceira vez. Ele que aprendeu sozinho a tocar a sanfona já possui 10 anos de carreira. “A importância do festival pra mim não é só competir, mas é a oportunidade de participar de um evento que valoriza a sanfona e o forró de Luiz Gonzaga”, disse.
O Festival de Sanfoneiros conta com apenas uma participante mulher. Lídia do Acordeon, que no ano passado ganhou a menção honrosa, novamente veio da Paraíba para tentar uma premiação. “A sanfona é a minha vida. Desde os nove anos de idade que esse é o meu ‘ganha pão”, revelou.
A grande final do 5° Festival de Sanfoneiros vai ser realizada em 23 de maio, às 19h, no auditório central do campus da Universidade Estadual de Feira e Santana (Uefs). Como são duas categorias que competem – oito sanfoneiros de até 8 baixos e mais oito acima de 8 baixos – serão dois premiados de R$ 3.500 (1° lugar), dois premiados de R$ 2.500 (2° lugar), dois premiados de R$ 1.500 (3° lugar) e mais uma menção honrosa para o candidato eleito pelo júri popular no valor de R$ 1 mil.
Ascom/Uefs
“A distância entre o riso e a lágrima é apenas o nariz.”
Millôr Fernandes
A lua cheia às 18.02h, vista da minha janela.

La vie en rose!

O Nordeste é estigmatizado pela seca, pela pobreza e pela imigração. O verão foi quente e seco e as trovoadas, tão esperadas nessa época, não aconteceram. Em consequência, os leitos dos rios e riachos estão secos e mesmo quando ainda resta um pouco d’água deixam aparecer a terra esturricada e rachada.
Os animais com sede e fome definham até morrer; os homens, entre desolados e tristes esperam resignados pela ajuda divina, pois os milhões prometidos pelos governantes não chegam até eles devido à burocracia e ao descaso. A falta de chuva e as lavouras perdidas os impedem até de comer, pois as árvores frutíferas não produzem e o feijão que mata a fome não vingou e está custando caro nos supermercados.
Há cerca de quatro meses eram cerca de 150 municípios baianos vítimas da estiagem; hoje são mais de 200 em estado de emergência. No entanto, nas propagandas oficiais a “água para todos” jorra nas profundezas do sertão. Não é o que mostra a realidade.
Hoje encontrei uma cópia de um poema, quase desconhecido, que transcrevo abaixo, escrito pela poeta feirense Georgina Erismann, na primeira metade do século XX. Ele continua atual:
Inclemência
Georgina Erismann
O coração da terra anda chorando
Com saudades da chuva…
Por mais que o céu prometa
dos olhos das estrelas
as lágrimas não caem…
O sol devora tudo.
Tornou-se cor de bronze,
a mata, que era verde.
Calaram-se todas as fontes…
Morreram os passarinhos…
Há fome pelas estradas.
Há sede pelos caminhos.
Matéria sobre a seca (02/04/2012) no Jornal Nacional.
Como Uma Onda
Lulu Santos / Nelson Motta
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir pra si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir pra si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar…
Uma data universal.
Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho é uma data universal e é comemorada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Tudo começou no dia 1º de maio de 1886, ocasião em que os trabalhadores de Chicago promoveram uma grande manifestação contra as duras condições de trabalho a que eram submetidos, cerca de 13 horas diárias.
Os protestos paralisaram os Estados Unidos, com muitos confrontos entre os manifestantes e a polícia, resultando na morte de diversos manifestantes. Essa manifestação dos trabalhadores ficou conhecida como a Revolta de Haymarket.
Três anos depois, em 1889, em Paris, uma central sindical conhecida como “Segunda Internacional” instituiu o 1º de maio como data máxima dos trabalhadores organizados; a partir daí começaram as reinvindicações por 8 horas de trabalho diário. No dia 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou 1° de maio como o dia do Dia do Trabalho e feriado nacional.
Depois da França, a Rússia, em 1920, foi o primeiro país a adotar o 1º de maio como data comemorativa ao trabalho. No Brasil o 1º de maio foi consolidado em 1924, no governo de Artur Bernardes.
Com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder, nos anos 30, e com a criação do Ministério do Trabalho, em 12 de dezembro do 1930 e, posteriormente, com a implementação das Leis Trabalhistas – CLT – em 01 de maio de 1943, o dia do Trabalho no Brasil era festejado e esperado pelos trabalhadores como o dia em que seriam anunciados benefícios para a classe, inclusive aumento salariais. Hoje os sindicatos promovem festas, espetáculos de música, sorteios, etc.
Na maioria dos países, o 1º de maio é o dia da festa do trabalho. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (EUA), em 1886.
Para saber mais sobre o Dia do Trabalho e suas tradições, clique aqui e aqui.

Cau Gomez. Belo Horizonte, Minas Gerais, 1972. Artista gráfico, caricaturista e ilustrador. Colabora com a revista Courrier International na França e atua como artista plástico. Conquistou mais de 40 premiações em diversos festivais e salões de humor no Brasil e exterior, dentre eles: Primeiro Prêmio, Portocartoon 2002, Portugal, na Bienal Internacional de Caricaturas y Dibujo Humorístico. Santa Cruz de Tenerife e o premio Curuxa na Espanha. Participou de várias exposições coletivas, incluindo a curadoria do 8º RIDEP Rencontres Internationales du Dessin de Presse, França 2007. Chargista do Jornal A Tarde, Salvador (BA).
O programa “Som Brasil” da última sexta-feira, dia 27 de abril de 2012, fez uma homenagem ao Nordeste e à geração de compositores e cantores da geração 70, entre eles, Fagner, Belchior, Geraldo Azevedo, Alceu Valença, Elba Ramalho, entre outros; sem esquecer que as interpretações dos novos cantores são excepcionais. Trata-se de uma joia rara que, infelizmente, só foi apresentado depois da 2h da madrugada. Se não viu, aproveite e veja agora.
Consegui o vídeo completo e asseguro que vale a pena ver.