Festival de Sanfoneiros e Caminhada do Folclore

 

Situação orçamentária faz Uefs cancelar eventos culturais

Dois eventos culturais do calendário da Universidade Estadual de Feira de Santana, o Festival de Sanfoneiros e a Caminhada do Folclore, não serão realizados esse ano. O motivo é a atual situação orçamentária da Instituição, que enfrenta dificuldades financeiras para o exercício de 2015. Outros dois importantes eventos foram mantidos: o Bando Anunciador e o Aberto.

De acordo com Rosa Eugênia Vilas Boas, diretora do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), unidade responsável pela execução dos eventos, a realização do Festival e da Caminhada demandaria um custo estimado de R$ 171 mil, valor que a Administração Central da Uefs não tem como disponibilizar nesse momento, já que teve seu orçamento reduzido em R$ 1,8 milhão em relação ao ano de 2014. Em comparação ao exercício de 2013, a redução é ainda maior: cerca de R$ 6 milhões.

Tradicionalmente realizado no mês de maio, o Festival de Sanfoneiros, que esse ano estaria em sua 8ª edição, chegou a mobilizar um público de mais de 1.500 pessoas em 2014. As últimas edições do evento registraram a presença de sanfoneiros de diversos estados, que disputaram premiações em dinheiro em duas categorias: até oito baixos e acima de oito baixos. E já contou também com a participação de músicos renomados, como Targino Godim, Celo Costa e Carlos Capinan, no corpo de jurados, e de Xangai, que encerrou o Festival do ano passado.

Realizada há 15 anos ininterruptamente, a Caminhada do Folclore, por sua vez, chegou a ter a participação de mais de 100 grupos folclóricos de Feira de Santana e de mais dez municípios circunvizinhos, tendo se tornado um importante espaço para as mais diversas manifestações da cultura de raiz.

Oficinas

Segundo a professora Rosa Eugênia, nem o apoio de alguns parceiros, que anualmente colaboram para a realização dos eventos, seria suficiente para cobrir os custos. “Foi uma decisão difícil. Lamentamos muito, mas seria irresponsabilidade manter os eventos. Não tivemos verbas sequer para empreender a logística que o Festival e a Caminhada demandam nos meses que antecedem a realização dos mesmos, a exemplo das viagens para a divulgação da abertura de inscrições em outros municípios”, ressaltou, lembrando que os eventos não poderiam ser redimensionados sem um estudo prévio.

Sobre a continuidade no próximo ano, Rosa Eugênia salientou que ainda não há uma perspectiva, mas que a Instituição, reconhecendo a importância dos eventos para a cidade, espera ter condições de voltar a realizá-los em 2016. “Nosso esforço será em prol da continuidade, ainda que, futuramente, precisemos adequá-los à realidade orçamentária. Para esse ano, vamos manter dois outros eventos importantes do calendário municipal: o Bando Anunciador, que desfila pelas ruas da cidade em 19 de julho, e o Aberto, a ser realizado no dia 18 de setembro”, informou.

Conforme o professor Aldo José Morais Silva, assessor do Cuca, a Instituição também está realizando ajustes nos custos de manutenção das 89 oficinas e cursos básicos nas áreas de artes visuais, música, teatro, dança e atividades corporais. “O objetivo é tentar mantê-los em funcionamento sem nenhum prejuízo para comunidade feirense, principal público-alvo dessas atividades. A oferta desses cursos tem grande relevância, já que se trata de um projeto de inclusão social, que visa o acesso à arte e à cultura por parte de pessoas que normalmente não têm essa oportunidade”, destacou.

Na opinião da vice-reitora da Uefs, professora Norma Lúcia Almeida, essa medida, ainda que temporária, “representa um duro golpe para a cultura popular regional, diminuindo a visibilidade de grupos tradicionais e interditando a apresentação de jovens sanfoneiros”. Aponta, também, conforme salienta, “para um encolhimento do importante papel da Uefs na fomentação de atividades culturais”.

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Observação: Simplesmente lamentável!.

Bahia recebe exposição da ONU sobre tráfico de escravos

Valongo (Debret)

Valongo (Debret)

A exposição “Forever Free-Livres para sempre”, sobre a história do tráfico de escravos no mundo, foi inaugurada, nesta segunda-feira (15), em Feira de Santana (BA), terceiro destino da mostra no Brasil, onde já foi montada no Rio de Janeiro e em Niterói.

Uma iniciativa conjunta da Central Única das Favelas Bahia (CUFA-BA) e do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), como parte das atividades da Década Internacional de Afrodescendentes (2015-2024), a mostra – com entrada gratuita – ficará aberta, até o final de julho de 2015, no Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA), da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). O espaço funciona das 9 às 12 horas e das 14h às 17h.

A inauguração contou com a presença de diversas autoridades, entre as quais os secretários municipais de Cultura e de Educação, o reitor da UEFS, representantes dos movimentos negros e de entidades da área jurídica, o presidente da Associação de Blocos Afros e Afoxés, o presidente da Câmara de Vereadores de Feira de Santana, deputados estaduais e o assessor de comunicação do UNIC Rio, entre outros.

A mostra, composta por painéis que retratam – e explicam – a história do comércio transatlântico de escravos, foi criada pelas Nações Unidas para lembrar os 400 anos nos quais mais de 15 milhões de pessoas foram vítimas de um dos capítulos mais nefastos da história da humanidade que não deve ser esquecido.

 

Serviço

Exposição “Forever Free-Livres para sempre”

Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA)

Universidade Federal de Feira de Santana (UEFS)

Rua Conselheiro Franco, 66

Centro – Feira de Santana (BA)

Horário: 9 às 12 horas e das 14h às 17h

 

 

O grande dia – Reinauguração do Museu Regional

 

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É hoje!

 A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), através do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), reinaugura, o Museu Regional de Arte de Feira de Santana (MRA). O coquetel comemorativo, que está marcado para começar às 20 horas, contará com uma vasta programação cultural. Além de um recital de música clássica, a ser executado pelo Grupo de Câmara do Cuca, serão realizadas diversas performances e intervenções artísticas.

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Cesar Romero

Ontem, sexta-feira (8), a diretoria do Cuca convidou a imprensa a conhecer as novas instalações do prédio, que passou por um minucioso processo de restauração, sob a supervisão do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), órgão responsável pela salvaguarda de bens culturais tangíveis e intangíveis e pela política pública estadual voltada ao patrimônio cultural. Na ocasião foi servido um café da manhã.

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Raimundo de Oliveira

Primeira instituição museológica do município, o Museu Regional de Arte foi fundado em 26 de março de 1967, pelo embaixador Assis Chateaubriand, magnata das comunicações no Brasil, que idealizou a Campanha Nacional dos Museus Regionais, com o objetivo de dotar as diferentes regiões do Brasil com expressivos acervos de arte. Por iniciativa de Chateaubriand, o Museu Regional de Arte de Feira de Santana tem hoje uma das mais importantes coleções de arte do mundo.

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Carlo Barbosa

Inicialmente instalado no prédio onde hoje funciona o Museu de Arte Contemporânea (MAC), o Museu Regional de Arte foi incorporado ao Cuca em 1995, passando a funcionar no imponente prédio de estilo eclético que, no passado, abrigou a Escola Normal de Feira de Santana. Localizada na Rua Conselheiro Franco, antiga Rua Direita, a atual sede do Museu Regional permaneceu fechada por dois anos, período em que não apenas a sua estrutura física foi restaurada, mas também o seu imponente acervo, que passou por um meticuloso processo de limpeza e conservação, realizado pelo Studio Argolo Antiguidades e Restaurações, de Salvador, sob o comando do renomado restaurador José Dirson Argolo.

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Gil Mário

Acervo histórico

Com a reabertura do Museu Regional, o público terá a oportunidade de voltar a contemplar o valioso conjunto de obras assinadas por Di Cavalcanti e Vicente do Rego Monteiro, precursores do Movimento Modernista Brasileiro. A Coleção Inglesa, composta por 30 telas confeccionadas a óleo nas décadas de 50 e 60, pertencentes a consagrados artistas modernos ingleses, como Antony Donaldson, Alan Davie, Bary Burman, Bryan Organ, David Leverret, Derek Hirst, Derek Snow, Joe Tilson, John Kiki e John Piper, será um dos destaques da exposição de reinauguração, assim como a Coleção de Arte Naïf e a Coleção Nipo-Brasileira, que têm grande importância no cenário das artes plásticas mundial.

Juraci Dórea

Juraci Dórea

De acordo com Selma Oliveira, diretora do Cuca, também comporão a mostra obras pertencentes a importantes artistas estrangeiros naturalizados brasileiros, como Manabu Mabe, Carybé, Hansen Bahia e Reinaldo Eckenberger, e telas de artistas feirenses e outros artistas baianos que alcançaram projeção internacional, a exemplo de Raimundo de Oliveira, Carlo Barbosa, Juraci Dórea, César Romero, Gil Mário, Mario Cravo, Calasans Neto, Carlos Bastos, Jenner Augusto, Juarez Paraíso e Sante Scaldaferri. “A ideia é montar a exposição através de um recorte do acervo histórico. Vamos comemorar 48 anos de atuação institucional e contribuição para o imaginário cultural feirense”, salientou.

Com informações de Ísis Moraes – Ascom/Uefs

Mário Cravo

Mário Cravo

Calasans Neto

Calasans Neto

Hansen Bahia

Hansen Bahia

Vicente do Rego

Vicente do Rego

Carybé

Carybé

Di Cavalcante

Di Cavalcante

A. Reynoldes

A. Reynoldes

 

Reinauguração do Museu Regional de Arte de Feira de Santana

 

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Após dois anos fechado para reforma, o imponente prédio de estilo eclético que abriga o Museu Regional de Arte de Feira de Santana (MRA) será reinaugurado na segunda metade de abril. Além da restauração do prédio, o acervo passou por um processo de conservação e restauro, de acordo com a museóloga Selma Oliveira, diretora do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), entidade vinculada à Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).

A análise técnica para conservação das obras foi realizada em 2014 pelo Instituto Cátedra, de Salvador, através do conservador-restaurador Orlando Ramos Filho, com experiência em entidades públicas e privadas de diversos estados brasileiros. Ele atuou em parceria com o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), órgão responsável pela salvaguarda de bens culturais tangíveis e intangíveis e pela política pública estadual voltada ao patrimônio cultural.

A Cuca Orlando Ramos Filho - ao fundo, obra A Mulata, Di Cavalcanti, acervo MRA

Fundado em 26 de março de 1967, por Assis Chateaubriand, o MRA funcionou, inicialmente, no prédio onde hoje está instalado o Museu de Arte Contemporânea (MAC). Em 1995, foi incorporado ao Cuca.

Primeira instituição museológica do município, o Museu Regional destaca-se exatamente pela importância de seu acervo, constituído por obras de renomados artistas brasileiros e estrangeiros. Com a reinauguração, cujo projeto expográfico ficou a cargo do museólogo e diretor do MRA, Cristiano Silva Cardoso e equipe, com supervisão de Selma Soares de Oliveira, o público poderá voltar a contemplar, por exemplo, o valioso conjunto de obras assinadas por Di Cavalcanti e Vicente do Rego Monteiro, percussores do Movimento Modernista Brasileiro, além das coleções Inglesa, de arte Naïf e Nipo-Brasileira.

Segundo Selma, a ideia é montar a exposição através de um recorte do acervo histórico. “Vamos comemorar 48 anos de atuação institucional e contribuição para o imaginário cultural feirense. A noite de reinauguração contará com uma vasta programação, com a realização de performances, intervenções artísticas e recital do Grupo de Câmara do Cuca”, destaca.

A Cuca Orlando Ramos Filho e o diretor do Museu, museólogo Cristiano Silva Cardoso

 

Oficinas de artes do Cuca ainda dispõem de vagas

 

O Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), entidade da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), realiza até a próxima terça-feira (3) matrícula para preenchimento de vagas remanescentes das oficinas de criação artística e teatro. As vagas são para as turmas de Desenho Básico, Desenho de Observação Intermediário, Produção em Vídeo Básico, Mosaico Básico, Teatro Brasileiro – história de letras e vozes e Teatro Adolescente.

O atendimento é das 8 às 12h e das 13 às 17h. Será cobrada taxa única de R$ 80, válida para o semestre. Servidores, estudantes bolsistas e residentes da Uefs estão isentos. Dependentes de servidores e os demais estudantes da Uefs têm desconto de 50%.

No ato da matrícula é preciso apresentar original de comprovante de residência e de documento de identificação com foto ou certidão de nascimento.

O Cuca funciona na rua Conselheiro Franco, nº 66, Centro.

 

Cuca promove apresentação de Jazz no domingo

 

Vai ser realizada no próximo domingo (16) a segunda apresentação do projeto musical Jam no Cuca. O evento de Jazz será no Teatro de Arena do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), às 17 horas, com entrada gratuita.

A banda Jam é formada pelos instrumentistas Gilmar Araujo (guitarra), Rogério Ferrer (acordeon), Anderson Silva (contrabaixo) e Adson Junior (bateria). Eles integram o grupo Quaternária. Também participa o pianista Tito Pereira.

O Cuca, órgão vinculado à Uefs, funciona na rua Conselheiro Franco, 66, Centro, Feira de Santana. Mais informações através dos telefones (75) 3221-9744 e 3221-9766 ou da página do Cuca na internet (www.uefs.br/cuca).

 

Beto Pitombo lança novo CD no Cuca

 Beto

Para quem gosta de samba baiano e brasileiro da melhor qualidade, uma boa pedida é o  CD  Subida da Gamboa, do compositor e cantor Beto Pitombo. O novo disco traz entre outras composições o samba “Quina do Rodapé”, que ganhou o prêmio de melhor música com letra do XI Festival de Música da Rádio Educadora da Bahia, com participação especialíssima de Mateus Aleluia e de J Veloso na composição “Saudade.”

Nesse trabalho, que será lançado dia 19 de setembro, no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), o compositor feirense mergulha na essência do samba desde suas origens nos canaviais da Bahia. E, em forma de homenagem, pede passagem a dois dos mais geniais criadores do gênero: o baiano Caymmi e o carioca Cartola.

O CD foi preparado nos últimos três anos, com recursos próprios para a gravação. A finalização (vocal, voz definitiva, edição, mixagem, capa e prensagem) contou com o apoio do Fundo de Cultura do Estado da Bahia. Das 12 faixas que compõem o disco, apenas uma é instrumental, “Caldeirão sem Tampa”, uma parceria com Kito Matos ao violão.

A ficha técnica reúne Silvana Kobe – Produção Executiva; Ricardo Markis – Produção Musical; Bráulio Barral – Direção Musical; Alê Siqueira e Sebá Notini – Edição; Flávio Souza – Mixagem; e Carlos Freitas (Classic Master) – Masterização. O material gráfico é da OK Propaganda e a gravação do Estúdio Som das Águas.

A banda que acompanha Beto Pitombo é formada por André Luba – baixo; Ricardo Markis – bandolim; Kito Matos – violão; Mizael – bateria; Ênio – percussão e Ivan Sacerdote – clarinete.

Trajetória

Beto Pitombo iniciou a carreia musical nos anos 60 formando, ao lado de Pepeu Gomes e Jorginho Gomes, o conjunto musical “Os Laifs”. Mais tarde, atuou na banda “Os Trogloditas”, de Feira de Santana. A partir dos anos 70 iniciou carreira solo compondo, participando de festivais, tocando em shows por todo o Estado da Bahia e gravando discos independentes.

Dentre os seus trabalhos editados estão “Prata da Casa”, LP, 1983, participação especial de Sivuca; “Beco do Mocó”, LP, 1986, participação especial de Sivuca e Carlinhos Brown; “Pra Ver clarear”, LP, 1990;  “Estrada Velha”, CD, 2004 e “Subida da Gamboa”, CD, 2014.

Festivais

Noite do Samba – 1973 – 5º lugar com o samba “Não me queira mal”, cujo vencedor foi Ederaldo Gentil com “O ouro e a madeira”.

Festival Universitário da Bahia – 1975 – 1º lugar com a música “Pau de Cerca”.

6º Festival da Rádio Educadora da Bahia (2008) - a música “Eu sou baiano” ficou entre as 50 classificadas.

8º Festival da Rádio Educadora da Bahia (2010) – a música “Couro de Cobra” fica entre as 14 finalistas e integra o CD do festival.

9º Festival da Rádio Educadora da Bahia (2011) – a música “Subida da Gamboa” fica entre as 14 finalistas e integra o CD do festival na interpretação de Marilda Santana.

10º Festival da Rádio Educadora da Bahia (2012)a música “Saveiro” ficou entre as 50 classificadas.

11º Festival da Rádio Educadora da Bahia (2013) – a música “Quina do Rodapé” ganha o prêmio de melhor música com letra.

 

 

Caminhada do Folclore volta às ruas de Feira de Santana em 24 de agosto

 

Angelo Pinto

A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) realiza no dia 24 de agosto a 15ª Caminhada do Folclore. O evento tem como objetivo valorizar e preservar as manifestações culturais do povo nordestino.

O cortejo, com previsão de participação de quase 5 mil pessoas, sai do Centro de Cultura Amélio Amorim, no  bairro Capuchinos, e segue pela avenida Getúlio Vargas até o local de dispersão na avenida Professor Fernando Pessoa, no bairro Ponto Central.

O trajeto tem aproximadamente dois quilômetros. Mais de 50 grupos de Feira de Santana e outras cidades baianas já estão inscritos para a Caminhada com o propósito de divulgar a cultura de raiz. Eles vão apresentar capoeira regional e de angola, quadrilha, literatura de cordel, samba de roda, bumba meu boi, afoxé, samba e reisado.

A Caminhada do Folclore de Feira de Santana está inserida no Guia de Bens Culturais do Brasil e marca também o encerramento das comemorações da Semana do Folclore. O evento é promovido pelo Centro Universitário de Cultura e Arte e está previsto para começar às 8h do dia 24.

As Secretarias Municipais de Cultura, Esporte e Lazer, Educação e Transporte e Trânsito também apoiam o evento.

Mais informações através dos telefones (75) 3221-9744 ou 3221-9766 ou da página do Cuca na internet (www.uefs.br/cuca).

Foto divulgação - Cuca

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Participação popular consolida o retorno do Bando Anunciador

 

 

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Demonstrando estar, de fato, ainda presente e forte no imaginário da população de Feira de Santana e de municípios da região, o Bando Anunciador da Festa de Senhora Santana, padroeira da região, voltou às ruas na manhã desse domingo (13), em mais uma edição da festa, resgatada pela Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) em 2007.

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Extinta por determinação de alguns segmentos do poder público e da Igreja em 1987, as manifestações populares em louvor a Senhora Santana voltaram a fazer parte do calendário de eventos do município, com a participação de moradores de diversos bairros de Feira de Santana e de comunidades de outras cidades.

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Foi um desfile de cores, animação, criatividade, folia, bandas, charangas e muito mais. Muitas pessoas, emocionadas, disseram ter encontrado amigos que há anos não via, o que foi possível graças ao Bando Anunciador.

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.Fotos: Dan Souza

Bando Anunciador escolhe rainha na quinta-feira

 

Será realizada quinta-feira (10), a partir de 19h, no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), a festa de escolha da rainha da oitava edição do Bando Anunciador da Festa de Senhora Santana. Vinte e uma candidatas concorrem ao título. No dia do evento também será realizada uma exposição fotográfica com a participação de George Lima, Beto Souza, Aldo Lima e Juraci Dórea, sobre o Bando Anunciador.

A programação ainda inclui uma mesa redonda com o tema “Memória e Identidade Cultural: O Bando anunciador da Festa de Santana”, com palestra dos professores Gilmário Moreira Brito (Universidade do Estado da Bahia – Uneb), e Diego Carvalho Correa (Universidade Estadual de Feira de Santana – Uefs).

O Bando Anunciador da Festa de Santana é organizado desde 2007 pela Uefs, através do Cuca, e resgata a tradição popular das homenagens à padroeira de Feira de Santana, Senhora Santana, extinta pela Igreja Católica em 1987. O desfile acontece no dia 13 de julho, um domingo, a partir das 7h.

Qualquer pessoa pode participar e muitas delas vão fantasiadas, representando bairros, povoados e até grupos de outros municípios. A saída é na rua Conselheiro Franco, em frente o Cuca. O cortejo passa pela praça da Bandeira, rua Marechal Deodoro e Beco do Mocó. O desfile termina na praça da Matriz.

Mais informações através dos telefones (75) 3221-9744 ou 3221-9766 ou da página do Cuca na internet (www.uefs.br/cuca). O Cuca funciona na rua Conselheiro Franco, nº 66, Centro, Feira de Santana.

 

Confira a programação:

10 de julho

Mesa redonda

Escolha da Rainha do Bando Anunciador

Exposição fotográfica

Horário: 19h

Local: Cuca

 

13 de julho

Desfile do Bando Anunciador

Horário: 7h

Local de saída: Cuca

 

Cuca faz inscrição online para oficinas de artes

 

Cuca faz inscrição online para oficinas de artes

O Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca) inscreve até quarta-feira (9) para oficinas de teatro, dança, desenho, pintura, fotografia, ioga e karatê. As inscrições para novos alunos devem ser feitas através do site do Cuca (www.uefs.br/cuca). Os horários das oficinas estão disponíveis também no site do Cuca.

O cadastro não garante a efetivação da matricula. Um sorteio eletrônico vai definir os candidatos contemplados para as oficinas. Para a inscrição online o aluno deve informar dados pessoais, endereço, telefone e e-mail para contato. O sistema vai fornecer login e senha.

A lista com os alunos sorteados para os cursos do semestre 2014.2 será divulgada no dia 15 de julho. Aos alunos contemplados será cobrada uma taxa única de matrícula no valor de R$ 80. Para confirmar a matrícula, que é presencial, também é preciso apresentar original de comprovante de residência e de documento de identificação com foto ou certidão de nascimento e original e cópia do comprovante de depósito da taxa de matrícula.

O Cuca funciona na rua Conselheiro Franco, nº 66, Centro. Mais informações através dos telefones (75) 3221-9766 ou (75) 3221-9744.

 

 

Cuca convida para a final do 7º Festival de Sanfoneiros

 

 

A TVE Bahia transmite a final do 7º Festival de Sanfoneiros

A TVE Bahia, órgão de comunicação vinculado ao Instituto de Radiodifusão Educativa do Estado da Bahia (Irdeb), confirmou a transmissão ao vivo da grande final do 7º Festival de Sanfoneiros, evento executado pela Universidade Estadual de Feira de Santana e que será realizado nesta quinta-feira (22), a partir das 19h, no Auditório Central, campus universitário. A diretora do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), Selma Oliveira, revelou que o interesse pela transmissão partiu da própria TVE Bahia, o que, conforme salienta, demonstra a importância do evento para a cultura popular nordestina.

Artistas de diversos municípios baianos e de outros estados brasileiros participam do 7º Festival de Sanfoneiros, evento que tem o objetivo de incentivar e manter vivo um dos mais tradicionais símbolos da cultura nordestina, a sanfona. A expectativa de público é de mil pessoas.

Bernardo Bezerra

Foto: Bernardo Bezerra

Além de assistir e vibrar com a apresentação dos finalistas e de outras atrações artísticas, os presentes poderão se deliciar com bebidas e comidas típicas nos estandes e barracas instalados no entorno do Auditório Central. Haverá exibição de filmes com temas relacionados à cultura e artistas nordestinos, como Luiz Gonzaga e Dominguinhos, e show do músico Xangai.

“O objetivo é fazer com que as pessoas se sintam nos tracionais ambientes nordestinos de festejos juninos, ou seja, nas roças, fazendas, vilarejos, fazendo com que os de mais idade revivam momentos felizes e os mais jovens aprendem a valorizar estes costumes”, afirma Selma Soares, diretora do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), entidade vinculada à Uefs e responsável pela organização e execução do Festival de Sanfoneiros.

Foto: Bernardo Bezerra

Foto: Bernardo Bezerra

 Premiação

Depois de uma seleção preliminar, 16 artistas participam desta grande final, oito na categoria 1 (até oito baixos) e mais oito na categoria 2 (acima de oito baixos). Os primeiros colocados em cada categoria ganham R$ 4.770; os segundos colocados, R$ 3.710 e os terceiros, R$ 2.650. Haverá, ainda, o prêmio Júri Popular, também para cada categoria, no valor de R$ 1.590. A relação dos artistas está disponível no portal www.uefs.br, na seção Notícias, e também no site do Cuca (www.uefs.br/cuca).

O primeiro Festival de Sanfoneiros de Feira de Santana foi realizado pela Uefs em 2008. Inicialmente, as apresentações foram no Teatro do Cuca, mas o espaço se tornou pequeno diante do grande público atraído pelas apresentações artísticas. O evento, então, foi transferido para o Centro de Cultura Amélio Amorim e, desde 2012, é realizado no Auditório Central, localizado no campus da Uefs, com capacidade para aproximadamente mil pessoas e espaço para estacionamento.

A Festival de Sanfoneiros Thiago Mendes Souza Foto Bernardo Bezerra 2013