Aberto do Cuca – 24 horas de arte

 

O Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca) promove, sexta-feira (19), mais uma edição do Aberto, com 24 horas de música, dança, teatro, artes visuais, cultura popular, literatura e muito mais. As atividades do Aberto Virado, como é denominada a edição 2014, têm acesso livre do público e serão desenvolvidas em diversos pontos de Feira de Santana.

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O público poderá contemplar e participar de atividades no Cuca, campus da Universidade Estadual de Feira de Santana – Uefs (Biblioteca Julieta Carteado), Praça da Matriz, Biblioteca Monteiro Lobato, Casa do Sertão, Centro de Cultura Amélio Amorim (CCAAm), Museu de Arte Contemporânea (MAC) e Sesc.

A proposta é proporcionar espaço para pessoas que trabalham com arte e cultura nas mais diferentes linguagens, além de sinalizar para a comunidade que o Cuca/Uefs é totalmente aberto para todas as manifestações de cunho artístico e cultural.

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O Aberto é realizado desde 2007 pelo Cuca, órgão responsável pela execução da política cultural e artística da Uefs.  Nesse sentido, tem desempenhado papel importante na promoção e difusão da arte e da cultura no município, oferecendo à comunidade, gratuitamente, uma série de atividades nas mais diversas linguagens artísticas.

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Paixão de Cristo será encenada em Feira de Santana

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O  público baiano poderá apreciar uma das maiores apresentações teatrais ao ar livre do Estado; a partir desta sexta-feira até domingo (11 a 13 de abril), no Parque de Exposição João Martins da Silva, em Feira de Santana, a partir das 19h. Trata-se da “Paixão e Morte de Cristo”, encenada pelo Grupo Teatral Renascer, com mais de 150 personagens.

Para assistir ao espetáculo o acesso é gratuito. Mas, quem desejar poderá contribuir com um quilo de alimento não perecível que será doado a entidades que prestam assistência social.

Segundo Betânia Knoedt, membro do Grupo Renascer, a iniciativa cresce a cada ano, tanto no número de figurantes, como no de público e equipamentos utilizados nas cenas. Até 2012, por exemplo, Pôncio Pilatos aparecia sempre à pé, mas agora chegará de carruagem, reforçando o personagem que representava à época, o poderio do Império Romano.

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O Grupo Teatral Renascer encena a Paixão de Cristo há 27 anos, buscando evangelizar através da arte. Durante o ano, o espetáculo é certo em pelo menos dois períodos: na Semana Santa e nos festejos natalinos.

Fundado por Isa Miranda Cruz, que além de coordenadora é diretora de Cenário e Figurino, o Grupo Teatral Renascer tem também à frente Fábio Bittencourt Figueiredo, que além de diretor geral, interpreta o personagem mais importante de toda a história da humanidade, Jesus Cristo.

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Um quilo de alimento vale ingresso na Semana do Teatro do Cuca

 

Uma semana repleta de espetáculos teatrais protagonizados por alunos das Oficinas de Teatro do Cuca (Toca). Desta segunda-feira (18) até sábado (23), o Centro Universitário de Cultura e Arte realiza a Semana do Teatro (Setoca), com 18 espetáculos em mais de 25 apresentações.

São peças teatrais com temas e técnicas diversas. As oficinas permitem que o público tenha a oportunidade de prestigiar a vasta programação e participar da Campanha de Doação de Alimentos através da troca de ingresso por um quilo de alimento não perecível.

Todos os dias, a partir das 18h30min, a cada meia hora, estará em cena o encantamento, a diversão, o estímulo à reflexão. “Conhecer, vivenciar e praticar o fazer teatral despertou em muitos dos nossos alunos a vontade de se tornar profissional. Hoje, alguns deles já são professores das Oficinas de Teatro do Cuca, além de atores e diretores de sucesso em nosso cenário teatral” afirma Jacy Queiroz, coordenadora das Oficinas de Teatro do Cuca.

Confira a programação completa no site www.uefs.br

 

Mostra de cenas das oficinas de teatro do Cuca

 

10 a 14 de junho

A Universidade Estadual de Feira de Santana e o CUCA – Centro Universitário através da Coordenação das Oficinas de Teatro do Cuca – realizam a MOSTRA DE CENAS DA TOCA 2013.1 – Uma semana repleta de exercícios e cenas teatrais realizados pelos nossos alunos, totalizando 16 apresentações voltadas a todos os públicos.

A platéia poderá apreciar pequenas mostras do que foi trabalhado em sala de aula pelas crianças, adolescentes e adultos das Oficinas de Teatro do Cuca através de esquetes que tem variados temas. Mais uma vez o público poderá participar da Campanha de Doação de Alimentos através da troca de ingresso por um quilo de alimento não perecível.

Contando com uma equipe de renomados professores e artistas de teatro, o Teatro Oficina do Cuca – TOCA – apresenta uma semana inteira de diversão e arte para a comunidade. Acompanhe a programação:

 

DIA: 10 DE JUNHO DE 2013

HORÁRIO: A partir das 18:30h

1 – ESPETÁCULO: NÃO BULA COMIGO

DIREÇÃO: Ive-Anne Stanchi

RELEASE: O texto criado de forma descontraída a partir de cenas, textos, redações e depoimentos trazidos pelos alunos para tratar de um assunto hoje tão importante e tão presente no cotidiano de todos, o bulling.

2 – ESPETÁCULO: LAMPIÃOZINHO E AS FULÔ

DIREÇÃO: Geovane Mascarenhas

RELEASE: Apresentação da primeira cena do espetáculo que conta a história do pequeno Lampião que fugindo de cangaceiros, pretende criar um exército poderoso para acabar com as injustiças do povo sertanejo.

3 – ESPETÁCULO: GRÃOZINHO

DIREÇÃO: Ive-Anne Stanchi

RELEASE: Grãozinho é um grão de areia que nunca saiu do deserto onde vive e com a ajuda de suas grandes amigas Granita e Granota, vai fazer de tudo ara realizar o seu grande sonho… Conhecer o mundo!

 

DIA: 11 DE JUNHO DE 2013

HORÁRIO: A partir das 18:30h

1 – ESPETÁCULO: OXE, É QUASE UMA ESPETÁCULO!

DIREÇÃO: Andréia Fábia

RELEASE: O texto aborda situações do cotidiano de moradores de um bairro popular, que mais parecem fazer parte de um roteiro para novela das oito

 

2 – ESPETÁCULO: “NGM” ME INTENDE”

DIREÇÃO: Denise Chaves

RELEASE: Cenas construídas \ improvisadas \ selecionadas pelo grupo a partir do tema “ADOLESCER” com textos elaborados pelos alunos.

3 – ESPETÁCULO: QUE BICHO É ESSE?!

DIREÇÃO: Andréia Fábia

RELEASE: Conjunto de esquetes que trata da relação dos adolescentes com o mundo, afinal, que “bicho” é esse, que cresce e de repente a gente desconhece?

4 – ESPETÁCULO: A SERRA DOS “DOIS PORQUÊS”

DIREÇÃO: Denise Chaves

RELEASE: Cinco monólogos escolhidos pelo grupo intercalados por quadros criados a partir do título: “A Serra dos “Dois Porquês”.

5 – ESPETÁCULO: UMA FÁBULA SOBRE O TEMPO

DIREÇÃO: Andréia Fábia

RELEASE: Livremente inspirado no texto “O Reino Adormecido” de Leo Cunha, o texto apresenta um rei egoísta que por uma decepção pessoal, decreta que o tempo e as emoções, parem de passar. Propondo de maneira cômica uma relação do homem, do poder e do tempo.

 

DIA: 12 DE JUNHO DE 2013

HORÁRIO: A partir das 19:00h

1 – ESPETÁCULO: GERAÇÃO Z – GAROTAS ONLINE

DIREÇÃO: Lene Costa

RELEASE: Quais são os limites de um adolescente conectado durante 24 horas em redes sociais? Essa e outras questões serão abordadas nessa mostra de cena.

2 – ESPETÁCULO: QUAL “TRIBO”

DIREÇÃO: Denise Chaves

RELEASE: A peça conta as dificuldades de inserção de uma adolescente em uma nova escola. As diversas “tribos” com que ela se depara e seu olhar frente a tudo isso.

3 – ESPETÁCULO: JOÃO E MARIA CONTRA A BRUXA DO CANGAÇO

DIREÇÃO: Lene Costa

RELEASE: Conta a clássica história de João e Maria vista de um ângulo mais nordestino numa adaptação leve, divertida e reflexiva.

 

DIA: 13 DE JUNHO DE 2013

HORÁRIO: A partir das 19:00h

1 – ESPETÁCULO: ESSA TAL REDE SOCIAL

DIREÇÃO: Fernando Pedro Maria

RELEASE: Vivemos um momento de alta comunicação e interação social, e uma boa parcela disso se dá as redes sociais da internet. A mostra de cena traz esquetes com situações engraçadas vivenciados dentro desse mundo tão social.

2 – ESPETÁCULO: POR TRÁS DAS LETRAS

DIREÇÃO: Rodrigo Messias

RELEASE: Improvisações baseadas em canções de Chico Buarque compõem essa mostra que cria uma atmosfera cheia de nuances e traduzem as idéias contextuais das canções desse artista brasileiro.

3 – ESPETÁCULO: HISTÓRIAS DE UM “BUZÚ”

DIREÇÃO: Fernando Pedro Maria

RELEASE: Dramatização de diversas histórias e personagens que encontramos em um ônibus.

DIA: 14 DE JUNHO DE 2013

HORÁRIO: A partir das 19:00h

1 – ESPETÁCULO: ACASO

DIREÇÃO: Tato Tavares

RELEASE: Será que as coisas acontecem por acaso ou são obras do destino? A mostra consiste num exercício de encenação pelos alunos baseado em 4 cenas do texto “Por Acaso”, de Tato Tavares.

2 – ESPETÁCULO: ENCARCERADAS

DIREÇÃO: Fernando Pedro Maria

RELEASE: Improvisações baseadas em canções de Chico Buarque compõem essa mostra que cria uma atmosfera cheia de nuances e traduzem as idéias contextuais das canções desse artista brasileiro.

Música e teatro: “Nós sempre teremos Paris”

 

Vida Dupla

Artur Xexéo

Minha vocação jornalística foi tardia. Já havia cursado alguns anos de Engenharia, já trabalhava numa agência de turismo, levava o curso de Comunicação só pela obrigação de ter um diploma, o que eu acreditava ser o desejo da minha família, quando a profissão me interessou.

Dediquei-me a ela, por mais de 30 anos, com exclusividade. Nunca tive veleidades literárias. Meu texto não era sagrado. Queria apenas que ele fosse adequado ao veículo em que trabalhasse. Escrevi dois livros. Mas eles foram uma extensão do meu trabalho: uma biografia — praticamente uma reportagem — e uma série de crônicas ligadas à minha experiência profissional.

Há três anos, escrevi uma peça de teatro. Foi uma encomenda. Encarei a tarefa como a do meu livro-biografia. Uma reportagem. Com toques de ficção, mas uma reportagem. Eu estava sendo apenas um dramaturgo acidental. Desta peça, surgiu o convite para fazer, ainda no teatro, a adaptação de um musical da Broadway. Topei a parada. Seria divertido conviver com uma megaprodução. Nesta semana, terei uma nova peça estreando. Ao mesmo tempo, divido com um grupo de roteiristas do primeiro time, sob a batuta de Miguel Falabella, a tarefa de criar as tramas de um novo seriado de TV. Não é mais acidental. Mudei de profissão, nesta altura do campeonato? Não. Passei a levar vida dupla.

“Nós sempre teremos Paris” é o musicalzinho que estreia nesta terça-feira aqui no Rio. É uma comédia romântica, embalada por música francesa, com direção de Jacqueline Lawrence e uma dupla de atores/cantores no palco: Françoise Forton e Tadeu Aguiar. Sou de outros tempos. Cresci ouvindo música francesa. Os jovens de hoje certamente estranhariam muito as festas de minha adolescência. A gente dançava juntinho ao som de Alain Barrière e Gilbert Bécaud. Era animadíssimo. Mas não tenho dúvidas de que, para jovens do século XXI, aquelas festas teriam mais cara de velório.

Ao fazer a pesquisa musical para o espetáculo me dei conta do quanto a música francesa estava adormecida no meu inconsciente. Sou do tempo do iê iê iê e da balada romântica. Dançava ao som de Sylvie Vartan e Johnny Halliday. Mas por que então me lembrava de todas aquelas lindas canções de Charles Trenet, Edith Piaf, Charles Aznavour…? A França, até não muito tempo atrás, sempre esteve mais próxima de nós. Eu me lembro, mesmo naqueles tempos de iê iê iê, de ter assistido a um show de Maurice Chevalier no Teatro Record, em São Paulo. Chevalier não frequentava o meu hit parade. Mas eu sabia de sua importãncia. Não dava para deixar de ver.

Alguns anos depois, assistindo a um filme no Paissandu, descobri “La mer”. Não tinha nada a ver com a França. Era “O despertar amargo” (“A safe place”), com a Tuesday Weld e o Anthony Perkins. Na trilha sonora, estava a belíssima canção de Charles Trenet. Como imaginar uma cena romântica de despedida sem se lembrar do tema de amor de “Os guarda-chuvas de amor” composto por Michel Legrand? Nunca tive nenhum disco de Edith Piaf, mas, como todo mundo, conheço sua gravação de “La vie em rose”.

A música francesa é parte de nosso imaginário afetivo. Assim como a visão fantasiosa de Paris com seus garçons mal-educados, como a cidade em que todo mundo, mas todo mundo mesmo, fuma demais, como o paraíso dos cinéfilos. Conheci gente que viajava para Paris só para ir ao cinema! Não havia programação cinematográfica mais variada em em todo o resto do mundo.

É um pouco dessa música romântica e um outro tanto desta cidade-fantasia que eu pus na pecinha que estreia nesta terça-feira. Ninguém quer ganhar o Prêmio Shell. A gente só quer dividir com a plateia um imaginário musical que eu acredito ser comum a muitos brasileiros. Quem nunca sonhou com Paris ouvindo “C’est si bon”? Bem, pode ser que alguém que esteja chegando agora não tenha mesmo passado pela experiência. Eu passei. E queria dividir isso com mais gente.

Fonte: Blog de Artur Xexéo (O Globo)

 Músicas citadas no texto:

La vie en rose:

La mer:

C’est si bon:

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Nhô Guimarães está de volta!

 

Em 2008, ano em que se comemorou o centenário do escritor mineiro, João Guimarães Rosa, o Núcleo Criaturas Cênicas de Salvador/BA, realizou a adaptação do romance Nhô Guimarães (2006) para a linguagem teatral, do escritor baiano Aleilton Fonseca, escrito para homenagear os 50 anos do livro Grande Sertão: Veredas (1956) de João Guimarães Rosa. A adaptação para o teatro foi realizada por Deusi Magalhães e Edinilson Motta Pará, atriz e diretor desta montagem que teve sua pré-estréia no teatro do IRDEB em 27 de novembro de 2008. O projeto Nhô Guimarães Pelo Sertão do Núcleo Criaturas Cênicas foi um dos vencedores do Programa BNB de Cultura/2009.

O espetáculo, em forma de monólogo, transpõe para o palco a vida, as idéias e a mítica do nosso sertão, privilegiando a linguagem falada rica em neologismos, recheadas de palavras incomuns próprias dessas regiões e tão presente nas obras do autor mineiro. Esse tratamento é mantido na encenação como forma de valorização da diversidade lingüística, existente na língua portuguesa, especialmente a encontrada no sertão brasileiro.

Essa visão é apresentada através dos causos contados por uma senhora octogenária a um visitante. Entre uma estória e outra, a velha cita a presença de um amigo do falecido marido, Nhô Guimarães, senhor de jeitos elegantes, que sempre os visitava, com “seu ouvido bom de ouvir causos e seus óculos pretos de aros redondos”. Uma referência direta ao escritor mineiro João Guimarães Rosa. Enquanto relata suas lembranças, a velha desenvolve ações cotidianas, como coar um café, apertar um fumo de rolo, fazer um pirão, dar comida às galinhas etc., busca-se criar uma transposição de quem assiste para o ambiente do cotidiano interiorano.

O espetáculo é pura poesia. Para mais informações sobre o autor e o romance clique aqui.

DOMINGO TEM TEATRO NO CUCA

 

Para alegria da garotada o Domingo Tem Teatro abre a temporada de 2011 nesse domingo, 27 de março, dia internacional do teatro e do circo, às 10h30,  no teatro do Cuca. Num clima de muita descontração e alegria a Cia Cuca de Teatro se prepara para que o dia mais esperado da semana tenha casa lotada para comemorar dois momentos muito especiais, o dia do teatro e do circo e a volta do Domingo Tem Teatro.

E quem vai abrir a temporada é o premiadíssimo espetáculo “Maria Minhoca”, vencedor do Prêmio Funarte em  2004 – Melhor espetáculo infantil da Bahia. Depois de circular pelo Nordeste e Sudeste do país, Maria Minhoca se prepara para receber a mais variada plateia, pois o espetáculo além de atender o público mirim, também pode ser apreciado pelos adultos, que poderão se divertir com as aventuras e peripécias de Maria Minhoca e Chiquinho Colibri, que tenta a duras penas conquistar pai e filha ao mesmo tempo.

O Clássico infantil da literatura teatral brasileira, com texto de Maria Clara Machado, ganhou nova roupagem na ótica dos palhaços.  O apaixonado Chiquinho Colibri não consegue chegar nem perto da sua amada Maria Minhoca porque seu pai, o lorde inglês Mister João Buldog da Silva, já planejou um outro destino para a filha: casá-la com o vaidoso e ambicioso Capitão Quartel.

Vale à pena conferir e chegar mais cedo ao teatro do Cuca, pois o espetáculo começa as 10h30, mas o espaço de diversão e lazer fica aberto a partir das 9 horas,  oferecendo área de lazer com praça de alimentação, brinquedos e uma calorosa recepção dos Mascotes da Cia Cuca de Teatro.

 

DOMINGO TEM TEATRO

Espetáculo: Maria Minhoca

Direção: Geovane Mascarenhas e João Lima

Elenco: Jailton Nascimento (Chiquinho Colibri), Geovane Mascarenhas (Pedro Fonfon), Jacy Queiroz (Capitão Quartel), Elizete Destéffani (Maria Minhoca)  e Neide Kocca (Mister Buldog).

Músico: Itamar Vieira – Matraca

Quando: Dia 27 de março

Local: Teatro do Cuca – Endereço: Rua Conselheiro Franco, 66 – Centro

Horário: Sessão única matinal, às 10h30min

Ingressos: R$ 8 (preço promocional para adultos e crianças) 

Direção de Produção: Henrique Motté

Realização: Cia Cuca de Teatro – Informações e reservas: (75) 3491-8992

Assessoria Cuca/Uefs