Lançamento de livros

 

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Sara Victoria - foto - arquivo pessoal

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A P55 Edições, dando prosseguimento à coleção Cartas Bahianas, lança dia 12 de agosto, na Confraria do França, das 19h às 22h, a poesia de Karina Rabinovitz no livro “mas é que eu não sabia que se pode tudo, meu Deus!”.

E, estreando na literatura, Sara Victoria, mais conhecida pela sua trajetória nas artes plásticas, com o livro de contos “CaralhoA4”.

 

 

SESC – Projeto Dia Dos Pais 2014

 

 

No mês de agosto o Brasil inteiro presta uma homenagem a todos os pais e, com o intuito de prestigiá-los por esta data tão especial, o SESC promove um grande baile dançante, rendendo nossas homenagens aos nossos queridos pais em um evento para ouvir, dançar, recordar e descontrair, trazendo toda a alegria e nostalgia da Banda Koroa de 30. Além disso, ainda teremos toda a energia e versatilidade da Banda Balada Clã, atividades lúdicas, homenagens e atividades diversas. O evento será gratuito e direcionado para portadores de carteira social do SESC devidamente regular.

Data: 09 de agosto de 2014

Local:  SESC

Horário: 20:30 horas

Entrada: Gratuita para portadores de carteira social SESC

SESC, uma nova marca, o SESC de sempre.

Informações pelo telefone 3622-1077

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Bando Anunciador escolhe rainha na quinta-feira

 

Será realizada quinta-feira (10), a partir de 19h, no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), a festa de escolha da rainha da oitava edição do Bando Anunciador da Festa de Senhora Santana. Vinte e uma candidatas concorrem ao título. No dia do evento também será realizada uma exposição fotográfica com a participação de George Lima, Beto Souza, Aldo Lima e Juraci Dórea, sobre o Bando Anunciador.

A programação ainda inclui uma mesa redonda com o tema “Memória e Identidade Cultural: O Bando anunciador da Festa de Santana”, com palestra dos professores Gilmário Moreira Brito (Universidade do Estado da Bahia – Uneb), e Diego Carvalho Correa (Universidade Estadual de Feira de Santana – Uefs).

O Bando Anunciador da Festa de Santana é organizado desde 2007 pela Uefs, através do Cuca, e resgata a tradição popular das homenagens à padroeira de Feira de Santana, Senhora Santana, extinta pela Igreja Católica em 1987. O desfile acontece no dia 13 de julho, um domingo, a partir das 7h.

Qualquer pessoa pode participar e muitas delas vão fantasiadas, representando bairros, povoados e até grupos de outros municípios. A saída é na rua Conselheiro Franco, em frente o Cuca. O cortejo passa pela praça da Bandeira, rua Marechal Deodoro e Beco do Mocó. O desfile termina na praça da Matriz.

Mais informações através dos telefones (75) 3221-9744 ou 3221-9766 ou da página do Cuca na internet (www.uefs.br/cuca). O Cuca funciona na rua Conselheiro Franco, nº 66, Centro, Feira de Santana.

 

Confira a programação:

10 de julho

Mesa redonda

Escolha da Rainha do Bando Anunciador

Exposição fotográfica

Horário: 19h

Local: Cuca

 

13 de julho

Desfile do Bando Anunciador

Horário: 7h

Local de saída: Cuca

 

Caetano parabeniza Chico Buarque

 

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Foto: Facebook de Caetano Veloso

Chico chega aos setenta (e até agosto sou apenas um ano mais velho do que ele, prazer de dois meses a cada ano). O Brasil é capaz de produzir um Chico Buarque: todas as nossas fantasias de autodesqualificação se anulam. Seu talento, seu rigor, sua elegância, sua discrição são tesouro nosso. Amo-o como amo a cor das águas de Fernando de Noronha, o canto do sotaque gaúcho, os cabelos crespos, a língua portuguesa, as movimentações do mundo em busca de saúde social. Amo-o como amo o mundo, o nosso mundo real e único, com a complicada verdade das pessoas. Os arranha-céus de Chicago, os azeites italianos, as formas-cores de Miró, as polifonias pigmeias. Suas canções impõem exigências prosódicas que comandam mesmo o valor dos erros criativos. Quem disse que sofremos de incompetência cósmica estava certo: disparava a inevitabilidade da virada. O samba nos cinejornais de futebol do Canal 100, Antônio Brasileiro, o Bruxo de Juazeiro, Vinicius, Clarice, Oscar, Rosa, Pelé, Tostão, Cabral, tudo o que representou reviravolta para nossa geração foi captado por Chico e transformado em coloquialismo sem esforço. Vimos melhor e com mais calma o quanto já tínhamos Noel, Haroldo Barbosa, Caymmi, Wilson Batista, Ary, Sinhô, Herivelto. A Revolução Cubana, as pontes de Paris, o cosmopolitismo de Berlim, o requinte e a brutalidade de diversas zonas do continente africano, as consequências de Mao. Chico está em tudo. Tudo está na dicção límpida de Chico. Quando o mundo se apaixonar totalmente pelo que ele faz, terá finalmente visto o Brasil. Sem o amor que eu e alguns alardeamos à nossa raiz lusitana, ele faz muito mais por ela (e pelo que a ela se agrega) do que todos nós juntos.”

Caetano Veloso, via Facebook

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