Depoimento de professora silencia deputados

A Professora Amanda Gurgel silencia Deputados em audiência pública. Depoimento resumindo o quadro da Educação no Brasil, a educadora fala sobre condições precárias de trabalho no RN/BRASIL e sobre os baixos salários pagos aos professores da rede pública

 

Ter razão ou ser feliz?

 

Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair.

Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.

Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber:

– Se você tinha tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devia ter insistido um pouco mais…

E ela diz:

– Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão e se eu insistisse mais teríamos estragado a noite!

                                (Autor desconhecido)

 

Recebi esse texto por e-mail (obrigada, Carol!) e com a mensagem, uma explicação: essa historinha foi contada por uma empresária durante uma palestra cujo tema era “simplicidade no mundo do trabalho”. Ela usou a cena para mostrar o quanto de energia nós gastamos, apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não.

E é aqui que o texto tem a ver comigo, que já briguei muito para defender meu ponto de vista. Hoje, prefiro ser feliz a ter razão!

 

“PONTOS CARDEAIS”

 

QUATRO ARTISTAS EXPÕEM NO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA 

A partir do próximo dia 20 de maio, sexta-feira, às 20 horas: Edson Machado, George Lima, Juraci Dórea e Maristela Ribeiro.

A mostra traz obras individuais e inéditas dos quatro artistas, que também editam juntos a revista de arte “QUANTA”.

Edson Machado dedica-se às artes visuais desde a década de 1980, em especial à linguagem fotográfica. Constam no seu currículo várias exposições coletivas. Recentemente foi selecionado para o Projeto “Portas Abertas Para as Artes Visuais”, da FUNCEB, oportunidade em que mostrou seu trabalho no Centro de Cultura de Alagoinhas, Bahia. Participou de diversos Salões Regionais do Estado da Bahia e da Bienal do Recôncavo, em São Felix, Bahia. É integrante do Grupo GEMA – Grupo de Pesquisa em Arte Contemporânea. Com o olhar maduro de quem domina a linguagem fotográfica, Edson Machado ocupará uma das salas do museu, apresentando a obra intitulada “IMPERMANÊNCIAS”, que provoca reflexões do público acerca das coisas passageiras da vida.

George Lima dedica-se às artes visuais desde a década de 1990 e também é integrante do Grupo GEMA. A sua trajetória artística é marcada pelo caráter investigativo sobre as várias possibilidades visuais contemporâneas, recorrendo a diversas linguagens como: pintura, desenho, escultura, instalação e fotografia. Já participou de várias mostras coletivas; realizou exposições individuais na Galeria Carlo Barbosa, em Feira de Santana e no Museu Galeria Caetano Veloso, em Santo Amaro, Bahia; participou de diversos Salões Regionais e da Bienal do Recôncavo, em São Felix, Bahia.

George participará da exposição com a obra “PARTITURA”, em que se apropria de uma série de objetos do cotidiano, manipulando-os e deslocando-os para o contexto de arte, imbuído do propósito de explorar o status ambíguo de serventia desses objetos.

Juraci Dórea vem se dedicando às artes plásticas desde o começo da década de 1960. O artista apresenta uma obra bastante diversificada, envolvendo pintura, desenho e escultura. Todas essas facetas do seu trabalho têm como referência a cultura sertaneja, cujas marcas ainda podem ser identificadas na região de Feira de Santana, onde o artista reside. O seu currículo conta com numerosas exposições, realizadas no Brasil e no exterior, entre as quais O currículo do artista conta com numerosas exposições, realizadas no Brasil e no exterior, dentre as quais: Circuito das Artes no Palacete das Artes (Rodin), Salvador, Paisagem Nordestina, Centro Cultural Correios, Salvador, Cenas Brasileiras, Caixa Cultural Salvador e São Paulo (2007); 14 Fragmentos Contemporâneos II, Museu de Arte Moderna da Bahia, Galeria 57, Leiria, Portugal (2005); Bahia à Paris – Arts Plastiques d´Aujourd´hui, Galeria Debret, Paris, França (1998); 3ª Bienal de Havana (1989); 43ª Bienal de Veneza, Itália (1988); 19ª Bienal de São Paulo, São Paulo (1987); IV Salão Nacional de Artes Plásticas, MAM, Rio de Janeiro (1982).

Com a obra intitulada “CONCERTO PARA RAPOSAS E VIOLONCELO” Juraci Dórea ocupa uma sala do museu e recorre mais uma vez a suportes efêmeros, buscando investigar novas possibilidades plásticas oferecidas por materiais comuns no meio em que vive. 

Maristela Ribeiro aborda o diálogo poético com experimentações oriundas das linguagens visuais contemporâneas. Desde meados dos anos 90, participa com frequência de coletivas, salões e bienais na Bahia, em outros estados brasileiros, assim como, em outros países, tendo recebido diversos prêmios e menções, dentre os quais, o Prêmio Sacatar para Residência Artística Internacional, com artistas oriundos da Alemanha, EUA, Síria e Canadá.

Nos últimos anos apresentou trabalhos nos Conjuntos Culturais da Caixa em Salvador, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e no Centro Cultural Recoleta, em Buenos Aires. Desde 2008 coordena o Grupo de Pesquisa em Arte Contemporânea – GEMA, coletivo formado por artistas, estudantes e pesquisadores que se propõe a operar procedimentos e intervenções urbanas, de modo investigativo e experimental. Em 2010, o Coletivo GEMA ganhou o Prêmio Fundação Cultural do Estado da Bahia.

Para ocupar uma sala de 60m² na exposição ”Pontos Cardeais”, Maristela Ribeiro escolheu levar “OS CONVIDADOS”. São pessoas imaginárias que chegam de todas as partes, traçando rotas na cena cotidiana, desenhando, dessa forma, um mapa em um espaço primordialmente urbano.

A mostra ficará aberta à visitação pública no Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira até o dia 15 de junho, de 08 às 18h.