Revista Sitientibus – Educação Especial

A Universidade Estadual de Feira de Santana lança, nesta quinta-feira (13), a 44ª edição da Sitientibus. A revista contém 11 artigos de professores da Uefs e de outras instituições, todos com temática no campo da Educação Especial.  Esta edição tem a participação de professores do Grupo de Estudo e Pesquisaem Educação Especial(Gepee/Uefs), representado pelas docentes Marilda Carneiro e Zenilda de Jesus.

Editor da revista e coordenador do Programa Interuniversitário para Distribuição do Livro (PIDL/Uefs), o professor Raymundo Luiz Lopes revelou que a esta edição foi apresentada ao público, “com excelente repercussão”, em 31 de agosto na 3ª Reunião Anual dos Projetos Capes: Proesp/Procad-NF, realizada na Faculdade de Educação da Ufba,em Salvador. Naoportunidade, Raymundo Luiz discorreu sobre a história da revista, que em 2013 vai completar 30 anos.

A capa foi ilustrada pelo artista plástico Gemicrê Nascimento e a contra-capa contém fotografia de autoria de George Lima.

Na Uefs, o lançamento da 44ª edição da Sitientibus integra as atividades da Semana de Pedagogia. Será no auditório do módulo 4, campus universitário, às 10h30 desta quinta-feira.

Ascom/Uefs

 

Fernando Augusto e a Exposição ‘Habitar’ no CUCA

A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) através do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca) lança nesta quinta-feira (13) a partir das 20 horas a exposição de pintura e fotografia intitulada ‘Habitar’ do artista plástico Fernando Augusto. Com o objetivo de pensar o universal a partir de lugares comuns das experiências e afetos, dos espaços em que vivemos, trabalhamos e estabelecemos relações, a exposição foi sucesso de público em Recife (PE), na Galeria Amparo 60.

Por conta desse sucesso, Fernando Augusto promoverá um bate-papo durante o coquetel de abertura da exposição para apresentar o processo de criação dos objetos expostos. A mostra ficará aberta para visitação na Galeria de Arte Carlo Barbosa até 11 de outubro.

Segundo o artista, busca-se enfatizar a visualização de lugares comuns como janelas, cantos de paredes ou o ônibus a partir de uma relação criativa e estética, uma vez que a autonomia da pintura, a partir do abstracionismo informal e geométrico, nos leva a pensar que o seu questionamento, hoje, não recai somente no como pintar, mas também no que pintar.

Fernando Augusto, baiano natural de Itanhém, é doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e pela Lúniversité Paris I – Sorbonne França, e é professor do Centro de Arte da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Ascom/Uefs